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Sobre o projeto

Imagem com fundo escuro e elementos gráficos estilizados. No centro, há um texto em destaque que diz: Tecnologias para respostas rápidas a incidentes e desastres climáticos. Ao redor do texto, aparecem ícones como nuvens, chuva e fogo, representando eventos climáticos extremos.

Como manter a comunicação em situações de emergência provocadas por desastres climáticos? Essa é a pergunta que impulsionou a elaboração do projeto “Tecnologias para Respostas Rápidas a Incidentes e Desastres Climáticos - Tridecs”.

Dividido em três etapas, o projeto tem como objetivo pesquisar e desenvolver mapas de soluções tecnológicas para cenários em que os sistemas e usos convencionais de comunicação falham. A proposta é mapear, testar e adotar as alternativas viáveis para que a comunicação não seja interrompida, mesmo nas piores circunstâncias.

O público prioritário são movimentos sociais, ativistas, defensoras/es ambientais, e instituições públicas e privadas ativas em situação de incidentes, entre outros atores que vivem e trabalham onde exista a necessidade de resposta rápida aos desastres climáticos causados pela emergência climática.

O Tridecs pretende

Infográfico em fundo escuro com três etapas. Etapa 1: mapear organizações e atores-chave, identificar soluções tecnológicas resilientes e criar repositório técnico. Etapa 2: conectar saberes e testar tecnologias em campo. Etapa 3: articular redes para resposta a emergências, treinar equipes e desenvolver kits tecnológicos, com ícones ilustrativos ao lado de cada etapa.

Na primeira fase, serão mapeadas e avaliadas tecnologias em geral e serão selecionadas as mais resilientes — de baixo custo, autônomas e adaptáveis — como variações de rádio, cabo e espectro luminoso. Também serão identificados os principais atores envolvidos em resposta rápida e analisadas as tecnologias mais adequadas para cada tipo de desastre climático, resultando na criação de um repositório com informações e conteúdo técnico com recomendações sobre distintos tipos de tecnologias e desastres climáticos onde podem ser utilizadas.

Nas etapas seguintes, as tecnologias identificadas com potencial uso serão testadas em bancada e em campo e após serem validadas, serão realizados treinamentos para formar equipes preparadas para atuar em situações-limite.

O projeto será implementado de forma piloto em dois estados brasileiros: Rio Grande do Sul (região Sul) e Maranhão (região Nordeste) isolando seus tipos específicos de desastres climáticos e regionalidades. A longo prazo, está prevista a criação de equipes treinadas e equipadas com um kit tecnológico com recomendações específicas para diferentes tipos de desastres climáticos.

A primeira fase do projeto foi iniciada em fevereiro, com execução do Nupef e apoio do Programa de Acesso Digital da Embaixada do Reino Unido no Brasil, e seguiu até fevereiro de 2026. Atualmente, o projeto se encontra em sua segunda fase, mantendo o mesmo apoio institucional.

Quem somos

O Nupef é uma organização da sociedade civil que iniciou sua caminhada em 2005. Promovemos o uso seguro das tecnologias para garantir direitos e contribuir com o exercício pleno da cidadania. Organizamos nossa atuação a partir de duas principais áreas programáticas: Direito à Conectividade e à Proteção territorial e Infraestrutura Resiliente e Segurança da Informação.

Quem faz o Tridecs

  • Núcleo de Coordenação: Joara Marchezini, Moacir Neto e Zeilane Fernandes

  • Coordenação de Comunicação: Bruna Hercog

  • Supervisão: Oona Castro e Rodrigo Troian

  • Equipe de Pesquisa: Joara Marchezini, Carol Magalhães, Vitória Santos, Zeilane Fernandes, Moacir Neto, Flávio Hernan, Rodrigo Troian

  • Design e gestão de redes sociais: Isabella Selaimen

  • Desenvolvimento do hotsite: Zeilane Fernandes

Conheça outros projetos do Nupef acessando o site nupef.org.br.